A preferida dos gatos
Dois anúncios bem simples e diretos criados pela Grey da África do Sul para a ração Whiskas.
Baseado em um pequeno detalhe, uma peculiar característica dos felinos. Quem tem ou conhece gatos, entende as peças de cara.
Tal como a campanha brasileira, diz que a Whiskas é a ração preferidas dos bichanos. Coincidência ou não, minhas duas gatas adoram Whiskas.
Não que elas não comam outras marcas ou que não venham miar querendo o que tem no seu prato, mas costumam reclamar quando a ração é diferente. Vai entender...


Muito bem sacado. Márcia Soares
Escrito por Márcia às 14h05
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Birds
Criado pela filial mexicana da Ogilvy, este anúncio impresso da Land Rover abusa da característica de ser sucinto. No bom sentido, claro.
Não mostra o carro, não usa palavras. Só mostra a consequência, traduzindo todo o conceito em apenas uma imagem.
Intitulada de "Birds", a peça foi premiada com Leão de Bronze no Festival de Cannes 2004 e Ouro no Clio Awards 2004.

Foi uma foto tirada no momento certo no ângulo certo. Muito maneira, né? Márcia Soares
Escrito por Márcia às 14h02
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Referência ou cópia?
Até que ponto se inspirar em revistas especializadas e outras fontes é algo positivo para o publicitário? Quando uma idéia deixa de ser influenciada e se transforma em chupada? essa linha é meio sútil e pode causar algumas confusões, veja o exemplo:
Essa primeira campanha foi feita para a Pepsi Diet pela BBDO de Singapura, e saiu na penúltima Archive. Foram adesivados alguns espaços peculiarmente estreitos para demonstrar como o consumo do produto vai deixar você esbelto, uma excelente idéia e uso de mídia externa não é mesmo?
Já na campanha abaixo o produto anunciado é o Guaraná Antarctica Diet e foi feita pela Duda Propaganda, aproveitando que o produto é o patrocinador oficial do São Paulo Fashion Week. Cito o texto do Memória da Propaganda:" A peça mostra uma modelo bebendo o Guaraná Antarctica Diet que, com seu corpo totalmente em forma, consegue ser vista pela pequena fresta de uma cortina."
Pra mim parece óbvio que o primeiro caso "inspirou" o segundo. E vocês, o que acham? Fontes: Memória da Propaganda e Archive Em meio a tanta informação veiculada na mídia, será que lembramos da cópia ou da referência? Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h55
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O lúpulo
Mulher em propaganda de cerveja não é uma invenção recente, mas vale dizer que no passado elas eram um pouco mais recatadas...

Rodapé: Eu sou mais alto que o Pelé, e você?
Fontes: No mínimo, Sexymidia (muuuito lento) e um livro escaneado por minha garota
Só pra deixar registrado galera! Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h52
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O grande coração da mega-corporação
A maioria de vocês deve saber, através de um marketing social pesado, que parte da renda gerada pela venda do McLanche Feliz é doada para o Instituto Ronald McDonald, mas vocês não devem saber que essa doação acaba de TRIPLICAR de valor! Isso mesmo, agora de cada R$ 9,50 que você largar nos cofres do palhaço, incríveis três centavos vão ser destinados ao combate do câncer infanto-juvenil. Essa grande generosidade é parte da Filosofia McDonald's. Tirem suas próprias conclusões, filantropia ou apenas auto-promoção sem escrúpulos?
Herbert Richers _______________________________________________
Escrito por Márcia às 13h46
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Mídia Alternativa
Como divulgar um vidro de segurança? A melhor resposta que encontrarmos não será tão boa quanto à peça alternativa criada pra 3M, no Canadá (pare de pensar, leia o post). Em um ponto de ônibus, foi colocado um painel de vidro, com (aparentemente) maços de dinheiro, obviamente desafiando as pessoas à testarem a resistência. A empresa faturou muitos minutos de publicidade grátis e repercutiu seu produto, à um baixo custo. Nada como uma idéia genial.
Fonte: Brainstorm9
O originalidade sempre tem bom espaço e principalmente uma ótima aceitação dos consumidores. Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h44
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Produção Brasileira dando Show O comercial é muito bem feito e tem ares de super produção, parece uma dessas peças que somente americanos e europeus se arriscam a produzir, mas qual não foi minha surpresa ao descobrir que esse comercial é brasileiro? Pois sim, caro leitor, o filme foi criado e dirigido por Marcello Serpa, da AlmapBBDO de São Paulo e é detentor do título de comercial mais caro já criado pela propaganda brasileira. Realmente de cair o queixo, mais detalhes aqui. Para baixar o comercial clique na imagem abaixo.
PS: O arquivo está zipado, depois de descompactá-lo execute no Firefox ou Internet Explorer.
Mais uma vez os nossos publicitários mostrando trabalhos de excelente quialidade. Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h40
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Da baile em qualquer colante....
Pra quem não recebeu um e-mail com esta imagem, aí vai:
Uma propaganda de cola alemã, e como diria o patrão: "muito bem sacado".
Bem original não é mesmo galera? Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h36
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Palhaçadas
Anúncio de página dupla do Burger King massacrando o McDonald's, que, a propósito, acaba de ganhar um verdadeiro documentário mostrando a realidade do seu nutritivo cardápio (que, por sinal, está mudando). Trata-se de "A Dieta do Palhaço" (Super Size Me), impressionante. Um abraço.
Os caras pegaram forte, não é mesmo! Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h32
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"Onde estão as câmeras escondidas"
Bom, a imagem fala por si só uahuah.. Só pode ser pegadinha.
Será que essa água tem o selo ZPQ???
Portal Terra - Reeditado por Márcia Soares
Escrito por Márcia às 13h28
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Pé quente 
Quarenta milhões de dólares (sim, mais de R$ 100.000.000,00), esse é o valor que os alemães da Adidas estão gastando só em publicidade para o lançamento mundial de seu novo tênis Adidas 1, o "tênis inteligente". Trata-se de um novo modelo, com um chip no solado que ajusta o nível de amortecimento do calçado de acordo com as passadas do usuário. No Brasil, o produto está sendo lançado no dia de hoje e está custando a bagatela de R$ 1.000,00. O hot site do tênis está bastante incrementado e pode ser acessado se você clicar aqui. O comercial mundial pode sar baixado se você clicar na imagem abaixo, é um arquivo ".swf" e deve ser aberto em seu navegador favorito. Com uma cota de publicidade dessas, se a agência levasse 20%, nem precisaria mais trabalhar. Maravilhas do capitalismo. Mais detalhes aqui.
Abdominal H. das Neves Abril 2005
Escrito por Márcia às 13h24
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Corridinha Matinal
Se em algum dia desde a última quarta feira você se surpreendeu vendo um cara correndo só de cueca e tênis na TV, ao som de um forró sacana, você teve o privilégio de ver o novo comercial da Rainha feito pela F/Nazca. Engraçada e meio desconexa no início, a peça apresenta de uma maneira divertida o desempenho do tênis Rainha. A piada final é uma bela sacada, simples e de efeito. Se você ainda não viu o comercial, clique na imagem abaixo e divirta-se. Bem legal.
Bônus: Clicando aqui você vai ver um dos melhores comerciais da Volks já produzidos. Trata-se da peça dos dois menininhos e o câmbio automático. Isso sim é que é uma grande sacada.
:: Regurgitado por: Abdominal H. das Neves Abril 2005
Escrito por Márcia às 13h22
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Não é mera coincidência
Começou a veicular no dia 30 de abril a nova campanha da TAM com o slogan "Você nasceu para voar". Os anúncios foram feitos pela agência Young & Rubicam e estão distribuídos em peças impressas, web e comerciais de rádio e TV. Apesar da imagem abaixo (de um impresso), esse post é pra falar especificamente do comercial de TV. Assistí a peça no intervalo do Fantástico e não pude deixar de perceber uma semelhança absurda com uma das cenas principais do filme "Mar Adentro", vencedor do Oscar de filme estrangeiro desse ano. Com base nessa informação pergunto: Até que ponto isso pode ser considerado plágio? Devemos considerar essa peça uma cópia sem vergonha ou os criadores podem se esconder atrás do argumento de que se "basearam" no filme? Sei lá, a equipe de criação pode até tentar me convencer do contrário, mas acho que uma campanha desse porte, com um custo de produção nada baixo, merece algo melhor que uma chupada descarada dessas, afinal, o cliente está pagando para a equipe criar. Na minha opinião ficou feio pra agência, para os criadores e para o cliente. Desse jeito a TAM não vai "decolar" nunca (putz, trocadilho infâme hein?). Os criativos andam em crise? Dê sua opinião nos tocos.
Abdominal H. das Neves
Escrito por Márcia às 13h18
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Cara de um...
Mais uma denúncia de plágio rolando no mercado publicitário, dessa vez a peça é da W/Brasil (?!). O anúncio foi feito para a Rio Design e saiu bastante parecido com um feito para a Nike. Os dois estão visualmente muito legais, mas apesar de parecerem irmãos, não são filhos do mesmo pai. Algumas pessoas dizem que a peça da Nike foi inspirada em uma da HP e que a peça da Rio Design é só mais uma vítima do ciclo vicioso. Será que esse tipo de "inspiração" é válido? Acho q vamos criar uma enquete sobre essa orgia mercadológica, mas por hora use os tocos. Abaixo, imagens dos anúncios:
Abdominal H. das Neves 9:33 AM - Maio de 2005 _______________________________________________
Escrito por Márcia às 13h14
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Grande Oferta! 
Uma das funções básicas da publicidade é transformar um produto nem tão bom assim em objeto de desejo das massas, e nisso a agência Duplo M (Porto Alegre) se sai bem, lançou um concurso de talentos para selecionar estagiários não remunerados, ou seja, você pode mandar para eles as 3 melhores peças que criou na faculdade com empenho e suor, e, se tiver sorte, vai poder trabalhar DE GRAÇA por 3 meses. Julguem essa promoção como quiserem, o fato é que as peças estão bacanas:
"Programa de estágio Duplo M. Mostre do que você é capaz."
No site da agência você pode ver todas as peças (incluindo vídeos) e também se inscrever na seleção.
De mala pra sacola: Dois links bacanas para ver os famosos vídeos de marketing viral: Kontraband e ViralX
Herbert Richers 2:20 PM /Domingo, Maio 08, 2005
Escrito por Márcia às 13h12
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Não é original, mas é legal
A idéia já é batida, transformar uma cidade grande em um ambiente off road pra promover um carro urbano que não se mixa pra poeira, mato e lama. Esse tipo de abordagem já foi amplamente utilizado pela Volvo, BMW e Mitsubishi (só pra citar alguns anunciantes), mas o comercial do Novo Cross Fox vem demonstrar que quando esse conceito é bem trabalhado, ainda gera peças interessantes. Tudo é meio "lugar comum", a savana nas ruas, os animais escolhidos, a trilha sonora, a poeira subindo, o carro passando pelo riacho... É um conjunto banal de clichês, mas o capricho na produção, a sincronia dos elementos e o apelo visual da campanha acabam por criar uma peça chamativa e divertida. O filme é assinado pela AlmapBBDO de São Paulo e foi gravado na cidade de Santiago, no Chile. Para baixar o comercial, clique na imagem abaixo, descompacte o arquivo e abra no seu navegador favorito.
Segundo o diretor de criação, Marcello Serpa, as filmagens não foram feitas em solo tupiniquim pois "no Brasil não há uma cidade grande limpa, sem postes e sem calçadas esburacadas, na qual se possa parar uma avenida importante para fazer uma gravação", putz! Sei não... Sei não... Mas, comentários à parte, esse comercial é um belo exemplo de que idéias comuns podem ser trabalhadas de maneira interessante, afastando sensações de plágio e agradando o consumidor sem causar má impressão. Eu curtí.
Abdominal H. das Neves
Escrito por Márcia às 13h09
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"Será o fim da novela?..."
A agência de publicidade Africa, de Nizan Guanaes, foi condenada em primeira instância ao pagamento de indenização à agência FischerAmerica, de Eduardo Fischer, por danos morais e materiais devido ao uso indevido da imagem do cantor e compositor Zeca Pagodinho em campanhas da cerveja Brahma, informa a edição desta terça-feira de "O Estado de S. Paulo". A Fischer, responsável pela campanha da Nova Schin, entrou com representação no ano passado, quando Zeca protagonizou comercial da Brahma, ainda com contrato vigente com o Grupo schincariol. A Agência Africa recorreu da multa, decidida pela juíza Adrian Porto Mendes, da 9ª Vara Cível de São Paulo. Ela estipulou a multa em R$ 600 mil, dos quais R$ 500 mil como indenização à Fischer.
Notícia do Portal Terra
Escrito por Márcia às 13h05
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Para que serve uma Marca, afinal?
Por Márcio Tadeu Furrier
26/01/2004
Ao longo da última década o assunto marca ganhou uma importância e interesse inéditos. A aceleração do ritmo de competição pela abertura da economia, aliada a um consumidor mais crítico em relação ao valor entregue por produtos e serviços, evidenciaram a necessidade de diferenciais competitivos sustentáveis. Nesse cenário, as marcas podem assumir um papel decisivo. O tema expandiu-se do campo do Marketing, onde era estudado como mais um componente da oferta, para o campo da estratégia de posicionamento. Não que o tema deva ser tratado de forma isolada, mas certamente ganhou maior peso.
Uma marca, segundo a definição da AMA (American Marketing Association) é: “um nome, termo, sinal, símbolo ou desenho, ou uma combinação deles, com o objetivo de identificar bens ou serviços de um vendedor ou grupo e diferenciá-los da concorrência.” Uma vez que as marcas residem, do ponto de vista de sua significação, na mente dos potenciais clientes, seu emprego é praticamente ilimitado. Qualquer item, animado ou não, que possa diferenciar-se em alguma dimensão, poderá dar origem a uma marca.
As empresas vêm procurando tratar o assunto de forma mais técnica, entendendo a construção da marca como um processo crucial, e a propaganda passou a ser vista como mais um elemento, não o único, no trabalho de desenvolvimento de marca. Ao mesmo tempo, modelos de valoração de marcas foram desenvolvidos para explicitar o que um ativo intangível poderia representar de valor econômico, num momento onde fusões e aquisições são fatos da vida empresarial.
Segundo Philip Kotler, “talvez a habilidade mais diferenciadora dos profissionais de marketing é sua habilidade para criar, manter, proteger e enriquecer marcas”. De fato, uma primeira tarefa que surge é delimitar quais funções podem ser desempenhadas por uma marca.
A existência de marcas não é um fenômeno novo: as primeiras marcas remontam à pré-história, e serviam para responder às perguntas: quem fabricou isto?, quem é seu proprietário?, o que é? e o que o torna especial? Caçadores na pré-história gravavam suas armas para indicar propriedade, ceramistas da Grécia e Roma pressionavam seu polegar na argila ainda úmida na base dos potes para indicar sua origem, na Idade Média as corporações e as famílias usavam tradicionais símbolos heráldicos, remédios e fumo eram marcados na jovem América, até chegamos hoje às marcas mundiais. Formalmente, uma marca sempre foi um meio eficaz de condensar e comunicar uma realidade complexa numa imagem que trancende fronteiras.
Do ponto de vista econômico, a marca facilita as transações, pois torna mais rápida a interpretação e processamento das informações pelo cliente em relação a determinada experiência com o produto, aciona ou não suas expectativas de confiança, identificação, ética, satisfação e auto-expressão, servindo como critério de redução de risco na decisão de compra. Para as empresas, a marca forte melhora a eficiência dos programas de Marketing, permite o desenvolvimento de programas de relacionamento e fidelidade, fornece uma diferenciação protegida por lei (marca registrada), facilita o processamento de pedidos, deixa uma base para a comunicação da imagem corporativa, delimita um valor de ativo intangível no caso de venda e uma fonte de segmentação eficaz, possibilita obter maiores retornos e maior alavancagem comercial, e ainda dá margem para futuras expansões de marca.
A marca é ao mesmo tempo uma entidade física e espiritual; ela dá sentido e define a identidade do produto/serviço no tempo e espaço. Isso significa que a marca extrapola os atributos físicos do produto e sua embalagem e incorpora conteúdos psíquicos na mente do consumidor. A posição que sua marca ocupa na mente do cliente pode ser seu maior diferencial competitivo sustentável. Um bom motivo pata se preocupar com a marca, não?
Marcio Tadeu Furrier é graduado em Administração pela FEA/USP, pós graduado em Marketing pela ESPM/SP e mestrando pela PUC/SP. Atualmente desenvolve sua dissertação com o tema Reposicionamento de Marcas. matf@uol.com.br
Escrito por Márcia às 12h42
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Comunicação Visual
http://www.n2publicidade.com
Classificação: Melhor Preço do Rio - Consulte-nos!
Sinalização, Banner, Criação de logos, Vitrines, Plotagem, Estandes, Backlights, Frontlights e Brindes
E-mail:n2publicidade@gmail.com
Tels:3881-9452 / 8812-967 / 9662-0506 / 9837-8796
Categoria: Link
Escrito por Márcia às 12h09
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Organização de Eventos
http://www.escalaeventos.com.br
Classificação: 
Realização e organização de Eventos
Categoria: Link
Escrito por Márcia às 12h06
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Fidelidade ou Lealdade 
Por Thiago Cabrino
mkt.marketing@bol.com.br
21/11/2002
Você saberia diferenciar estas duas formas de atuação no mercado? O quê, para você, seria Fidelidade nos dias de hoje? E qual das duas você preferiria para a sua empresa, marca, produto e/ou serviço? Questões estas, de difícil resposta em primeira instância, não é? Mas ao passo que o conhecimento sobre as duas situações de mercado é evidenciada, a escolha ficará mais clara e objetiva, frente às metas organizacionais e empresariais.
Partindo desta análise é que desenvolveremos, neste estudo, as diferenças entre tais termos, e realizaremos alguns apontamentos diante de situações de mercado ocorridas ao longo dos anos. Sabemos que, Fidelidade é um dos aspectos mais discutidos e buscados atualmente, inúmeras empresas buscam que seu produto e/ou serviço consiga, junto aos consumidores, uma fidelidade em torno daquilo que comercializa.
Assim sendo, vamos analisar alguns pontos ocorridos nos últimos anos diante dos hábitos de compra dos consumidores junto aos produtos e/ou serviços disponibilizados no mercado. Observe-se:
Antigamente, com a escassez de produtos e de diversidade de marcas e modelos, criou-se junto ao mercado uma grande tendenciosidade diante daquilo que existia na época. Com certeza, em sua família existem aqueles pais, tios e avôs que não trocam a marca de seus automóveis de modo algum e ainda por cima os defendem com unhas e dentes, evidenciando as qualidades e rebaixando as concorrentes.
Esta mentalidade, formou-se nos momentos em que o mercado não apresentava uma situação com a que vemos hoje, em que os consumidores têm em suas mãos uma pluralidade de produtos e/ou serviços das mais diferentes marcas e modelos. Ao contrário da concepção antiga, estudos mostram que o número de consumidores radicais em torno de uma marca, produto e/ou serviço é de pouco mais de 30%.
Um índice considerável ainda, porém a tendência de um futuro próximo será de que este índice sofra uma grande redução, chegando a patamares bem menores do que os atuais. Isso porque, além do aumento em torno de novas tendências e de um mercado extremamente disputado e competitivo, a todo momento surgirão novas marcas e modelos, aumentando as opções disponíveis e fazendo com que o consumidor não se prenda a particularidades e sim por elementos como a qualidade e principalmente o preço, mesmo porque a tendência verificada em torno do mercado é que, os produtos serão cada vez melhores produzidos e mais baratos.
Os motivos mais palpáveis verificados diante desta mudança de mercado, de hábitos de consumo, devem-se ao fato de que está ocorrendo um crescimento das classes sócio-econômicas mais baixas da sociedade, visto que os censos realizados nos últimos anos, apontam que a faixa de renda que está crescendo mais é a C, sendo este aspecto decorrente do fato de que o poder de compra das classes menos privilegiadas vêm aumentando, enquanto que nas classes altas há a queda de inúmeros consumidores que ostentavam uma falsa situação econômica, situando-se anteriormente na classe B. Este fato mostra claramente, uma realidade Econômica e Financeira Mundial.
Diante desta cronologia apresentada, poderemos discutir melhor as questões inicialmente propostas. Como vimos, a Fidelidade é uma ferramenta de mercado utilizada há muitos anos. Porém esta prática se fortalece nos tempos atuais, diante de um cenário mercadológico extremamente disputado e competitivo, onde a concorrência é muito forte e incide diretamente na forma de pensar e agir das organizações.
Com isso, as organizações buscam criar elos entre suas marcas, produtos e/ou serviços de forma a fidelizar seu cliente, para que o mesmo não venha migrar para o concorrente. Inúmeras são as estratégias e ações em torno desta situação, mas o que se verifica é que a questão da fidelidade está sendo deixada de lado pelos consumidores, uma vez que a infidelidade toma do grosso da população consumidora, que ante um mercado rico em diversidade de modelos e preços, acaba aderindo à marcas similares, que possuem produtos de igual ou melhor qualidade do que as marcas tradicionais – os chamados genéricos.
Desta forma, a Fidelidade pode ser analisada como uma ação a curto prazo, rápida, de momento, mas que acabará. Já a Lealdade, é uma ação a longo prazo, lenta e que requer tempo, mas que terá grandes chances de se tornar duradoura, pois os clientes leais são aqueles que em meio a qualquer situação, estarão aderindo àquelas marcas, produtos e/ou serviços de sua escolha e gosto, como exemplificado pelos consumidores antigos, que mesmo com a evolução do mercado, são leais as marcas que adquiriram antigamente e dificilmente mudarão.
Portanto, ao se deparar com uma situação entre a Fidelidade e a Lealdade, analise os diversos pontos em sua estratégia de ação, visto que, ambas possuem particularidades especiais e que devem ser buscadas de forma contundente, pois só as organizações que se destacarem no mercado poderão gozar de uma vida empresarial mais longa e tranqüila.
Escrito por Márcia às 11h53
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Empreendedorismo X Amadorismo
Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae, em 11 estados brasileiros, a mortalidade das empresas no primeiro ano de vida situa-se entre 30% e 61%. Nos dois anos seguintes, os números sobem para 40% e 68%. No terceiro ano, a mortalidade chega a 73%.
Em outra pesquisa realizada pela UFPR, segundo a opinião de estudantes, os fatores que mais contribuem para o sucesso de um novo negócio, em ordem de importância, são:
Informações e conhecimento; persistência e perseverança; recursos financeiros; qualidade no que faz; dedicação; força de vontade e capacidade de assumir riscos (este fator, apesar de ter sido pouco citado é considerado relevante).
Quais são as razões que levam uma pessoa a deixar a empresa onde trabalha (por vontade ou demissão) e se empenhar em um novo negócio?
E mais: algumas fazem um grande sucesso, ao passo que outros tomam o mesmo caminho e acabam fracassando. As razões para o insucesso podem ser várias, entre as mais comuns está a localização errada. Abrem um negócio sem um estudo de viabilidade, não analisam a concorrência, não possuem diferencial competitivo, não têm a menor idéia de como lidar com estrutura de custos e formação de preço, ou ainda pior... Não têm o espírito empreendedor.
O brasileiro, por natureza, é empreendedor. Em um estudo mundial, constatou-se que o Brasil é o país com maior número de empreendedores, na frente dos Estados Unidos, da Suécia, da Itália, entre tantos outros.
No entanto, existe um dado importante: somos os mais empreendedores do mundo, porém temos um percentual de mortalidade de novas empresas igualmente impressionante.
Mas o que significa isso?
Significa que ter seu próprio negócio é o sonho de muitos. Mas é preciso muito mais do que vontade. É preciso conhecimento, leitura, é preciso dedicação para adquirir capacidade e habilidade para ser bem-sucedido.
Assumir um negócio é uma aventura perigosa e arriscada, que se bem sucedida pode levá-lo ao topo, ou ao contrário, se as coisas certas não forem realizadas, as chances de insucesso são igualmente grandes.
Algumas características pessoais auxiliam, e não pensem que se nasce um vencedor. O vencedor constrói a si próprio, eliminando fraquezas e explorando as potencialidades.
As chances de sucesso aumentam quando:
Há uma força interior forte que nos compele a buscar nossos objetivos;
Quando existe visão, foco e objetivos bem definidos e bem delimitados;
Quando há busca por informações, conhecimento, estudo e leitura;
Quando assumimos que somos falhos e que nosso sucesso depende não apenas de nossa vontade, mas também da ajuda de outras pessoas e profissionais;
Quando pensamos em longo prazo, e agimos para atingir aquilo que nos propusemos;
Quando há flexibilidade. Vale lembrar que ser flexível não é ser fraco... Mas sim ter a capacidade de mudar o rumo quando o vento não sopra a favor.
Existem diversos outros fatores, mas estes servem para ilustrar que apenas vontade e boa intenção não são suficientes para se atingir os objetivos. É preciso extrapolar os próprios limites, vencer barreiras e limitações. O sucesso não cai no colo... É fruto de muito trabalho árduo. Muita dedicação... Muito empreendedorismo.
FÁBIO LUCIANO VIOLIN
Mestre em Estratégias e Organizações _ UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico – PUC-PR
Professor universitário, palestrante e consultor de empresas.
E:mail: flviolin@hotmail.com
Escrito por Márcia às 11h46
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Marketing Político
No Marketing Político, em primeiro lugar está o candidato depois é que vem o eleitorado. Numa estratégia e ação eleitoral tem que existir uma fixação de objetivos e a escolha dos alvos. Mas, os objetivos de uma campanha eleitoral não são necessariamente ganhar a eleição. Também é errado pensar que a campanha é dirigida para os consumidores porque durante a campanha o tempo não é ilimitado, sendo portanto importante identificar o alvo prioritário.
Entre os objetivos teóricos que consistem na obtenção de um número superior de votos e os objetivos reais, ou seja, vencer as eleições, não existe uma grande diferença. Assim, os objetivos reais variam em função do número de simpatizantes e dos recursos que o partido ou o candidato possui e, tem a ver com a natureza da própria campanha: presidencial, legislativa, autárquica, etc.
Existem, então, três grandes tipos de objetivos. Um dos grandes objetivos é a difusão das idéias do candidato ou do partido, que acontece com maior frequência quando um partido não tem a probabilidade de ganhar a eleição nem de obter um bom resultado. Neste caso o partido ou o candidato pode utilizar a campanha para outros fins: aumentar a sua popularidade, melhorar a sua imagem bem como promover e difundir as suas idéias.
Um segundo tipo de objetivo é a obtenção de um bom resultado. Um bom resultado é normalmente uma votação elevada, maior que a obtida na eleição anterior e é fundamental porque permite ao partido ter assunto parlamentar e gozar de influência política. Por último, a obtenção de maioria absoluta ou relativa é outro tipo de objetivo a fixar. Em relação à maioria absoluta, é necessário comunicar este objetivo durante a campanha porque podem surgir consequências negativas.
Em relação à escolha dos alvos é importante saber que existem quatro tipos de alvos. Existem os alvos naturais, que são os simpatizantes, existem os líderes de opinião que funcionam como os formadores de opinião pública, existem os flutuantes, que mudam o seu voto de uma campanha para outra, e por fim os indecisos ou os críticos, que são importantes porque são os mais críticos e a sua crítica advém do conhecimento do programa, do candidato e da ideologia.
Muito importante numa campanha são as linhas de orientação da mesma. Sendo impossível homogeneizar o eleitorado, é difícil fazer uma campanha uniforme. Assim, deve ser feita uma segmentação dos eleitorados e o candidato ou partido deverá adequar o discurso em função dos segmentos particulares. Este é um aspecto muito importante pela crescente preocupação dos eleitores e pelas respostas que devem dar aos adversários no debate político. Para isso há uma necessidade da parte do candidato dominar vários dossiers.
É importante que o candidato ou partido defina o terreno que vai privilegiar durante a campanha e os temas principais para garantir a eficácia da mesma. A escolha do terreno refere-se às áreas ou regiões em que o candidato ou partido concentra os seus esforços durante a campanha. Mas, tudo isto depende dos recursos dos mesmos bem como do tipo de campanha. Dentro do terreno é importante que o candidato ou partido definam os critérios eleitorais.
Os critérios eleitorais são de três tipos: critérios ideológicos, pragmáticos e apoiados na imagem ou personalidade do candidato. Campanhas apoiadas em critérios ideológicos têm vindo a desaparecer pois procuram atrair eleitores que estejam próximas das ideologias. As campanhas apoiadas em critérios pragmáticos o candidato ou partido procuram dar resposta às necessidades de vários tipos, como econômicas, sociais, etc., dos eleitores. Quando o candidato ou partido concentram a sua campanha no programa é importante evitar os termos técnicos, econômicos ou fiscais, que são desconhecidos pelos eleitorados. O último critério, o da imagem é mais importante em determinados pleitos do que em outros. Por exemplo, nas legislativas a imagem não tem grande relevância, aqui a competência é mais valorizada.
Definições e estudos sobre campanhas e estratégias de Marketing Político serão discutidas nesta área do site, você poderá contribuir enviando e-mail para marketing@marketing.com.br digitando Marketing Político como assunto do e-mail.
Escrito por Márcia às 12h20
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O que é merchandising ?
É uma ferramenta de comunicação e marketing que serve de apoio às ações de propaganda e promoção.
Isso significa dizer que cabe ao merchandising lembrar, informar e tentar persuadir o consumidor a comprar um determinado produto.
Para isso, existem técnicas de exposição de produtos, além de uma série de materiais de apoio destinados a chamar a atenção do consumidor para que este seja convencido a efetuar a compra.
Tipos de Compras
Basicamente existem dois tipos de compra, a planejada e a por impulso.
Na compra planejada, o consumidor sabe exatamente o que vai comprar, porém ainda existe a dúvida sobre qual marca que será escolhida.
Já na compra por impulso tudo será decidido no ponto-de-venda. Neste caso o consumidor está muito mais vulnerável as ações de merchandising, pois a decisão de compra acontece na hora.
Curiosidade: Cerca de 85% das decisões de compra são tomadas por impulso.
Aparência e Identificação
A primeira preocupação que você deve ter antes de ir para a loja, é com sua aparência pessoal, pois ela irá mostrar o tipo de pessoa que é. Portanto, cuide bem dela. Ao entrar na loja você passa a representar a Bombril, ou seja, todos os seus atos serão ligados à empresa. Identifique-se junto ao gerente da loja e seja cordial com todos os funcionários.
Postura
Mantenha uma postura de acordo com as exigências da loja. Seja simpático e nunca perca o bom humor. Ter um bom relacionamento com todos é a melhor maneira de conseguir qualquer coisa quando precisar.
Comportamento
Ao iniciar o seu trabalho seja objetivo e procure agir com inteligência. Mantenha tudo sempre limpo e organizado, e principalmente, esteja concentrado no que está fazendo, pois isso irá refletir diretamente na sua produtividade.
Lembre-se que você estará sendo observado pelo gerente da loja e pelos consumidores.
Fonte: site http://www.bombril.com.br
Escrito por Márcia às 12h07
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Utilização do Endomarketing
Utilização do endomarketing como recurso estratégico para melhoria da produtividade
Por: José Geraldo Gaurink Dias
Os tempos estão cada vez mais difíceis. A competição acirrada aliada à Globalização obriga as empresas a tomar decisões rápidas, porém, nem sempre adequadas.
Uma das primeiras medidas que algumas empresas tomam é diminuir o gasto em treinamento e desenvolvimento esperando retorná-los mais tarde, quando as coisas começarem a melhorar. Porém, a lição de casa precisa ser feita, e a empresa que implanta uma base de valores sólida e consistente consegue manter os empregados e ainda sair na frente dos concorrentes.
Como fazer isso?
Bem, vamos começar com uma definição simples do Endomarketing.
“...ações de Marketing para o público interno - FUNCIONÁRIOS - das empresas e organizações” (Bekin, 1995: XVII).
O grande desafio do Endomarketing é proporcionar aos empregados uma condição de aplicação de valores como: transparência, empatia, afetividade, comprometimento e cooperação, transformando esses valores em crescimento e desenvolvimento dos empregados, e conseqüentemente, em ganhos de produtividade.
Avaliando grandes empresas que implantaram o processo de Endomarketing (mesmo implantando parte do processo), observamos que os ganhos de produtividade foram enormes. Basta verificar no “Guia das melhores empresas do Brasil para você trabalhar”, da Revista Exame. Comparando os dados atuais das empresas com os dados de anos anteriores, podemos identificar grandes mudanças, mas, se verificarmos com mais profundidade e acompanharmos as empresas, notaremos o quê realmente mudou.
A comunicação ficou mais clara, os empregados têm mais liberdade para expor suas idéias, os níveis hierárquicos foram simplificados e os empregados chegam a seus gerentes com mais facilidade.
A horizontalização chegou, e com isso, os empregados sentem-se mais seguros para tomar atitudes, pois conhecem muito mais a empresa que trabalham, a missão, visão, enfim, estão mais preparados para fazer a empresa crescer e a empresa também está preparada para permitir o crescimento e desenvolvimento de seus empregados, agora chamados com orgulho, de colaboradores.
O conhecimento do nível de escolaridade dos empregados e da cultura da empresa permite buscar e promover treinamentos que serão mais aproveitados pelos empregados, traduzindo em ganho de produtividade. Isso é um dos pilares do Endomarketing. Conhecer os valores dos empregados, respeitar a cultura da empresa, proporcionar um bem estar geral que condicione a um nível de satisfação e motivação e ainda, se transforme em ganhos reais de produtividade.
Melhorar o nível de escolaridade, treinar, diminuir o turn over, promover melhorias na comunicação interna e externa, incentivar os empregados a produzir trabalhos que reduzam custos e ainda manter os empregados satisfeitos é uma tarefa muito difícil para as empresas, mas, se o trabalho for levado a sério, partir da diretoria e contaminar os empregados de menor escalão, os ganhos serão enormes a médio e longo prazo.
O processo de implantação e consolidação do Endomarketing requer persistência, apoio do pessoal da área de Recursos Humanos, Marketing, Operacional, e, acima de tudo, da Diretoria. Os ganhos são imediatos, mas os resultados operacionais virão a partir do segundo ano de implantação.
O gerenciamento do processo deve ser constante e os ajustes devem ser imediatos, para coibir falhas futuras. Um grupo deve coordenar o processo e formar multiplicadores nas diversas áreas da empresa, avaliando e implementando melhorias de acordo com a necessidade de cada área.
O processo deve ser feito em etapas, e a cada etapa, o programa deve ser reavaliado para então continuar na etapa seguinte. Alguns programas de primeira etapa poderão ser consolidados na etapa seguinte, mas devem estar em andamento.
Vale ressaltar que, após a implantação da base de valores e consolidação do processo de endomarketing, todos os programas de melhorias operacionais ficarão mais fáceis de implantar, porque os empregados já estarão mais comprometidos com os resultados da empresa; e nessa etapa começam a aparecer os resultados concretos e visíveis pela Diretoria. Os custos de fabricação tendem a cair, pois cada empregado estará comprometido em promover melhorias operacionais, que gerarão redução de custos, e, cada redução no custo de produção pode gerar mais lucros para a empresa.
As empresas no Brasil deveriam conhecer mais o processo de endomarketing e suas etapas de implantação, para depois, implantarem programas de qualidade e melhorias operacionais. O desconhecimento das etapas de implantação pode fazer todo o processo fracassar, e a empresa perder a credibilidade junto aos seus colaboradores.
Um acompanhamento de todo o processo por um grupo de colaboradores das diversas áreas da empresa proporcionará um conhecimento profundo das reais necessidades dessas áreas e ajudará a traçar o planejamento e gerenciamento do processo de Endomarketing.
Quando o marketing interno é bem feito, o marketing externo será muito mais abrangente. Basta perceber o que os empregados dizem das empresas classificadas pela revista Exame como melhores empresas no Brasil para se trabalhar. Se cada empregado for multiplicador da boa imagem da empresa, os produtos fabricados por ela também serão bem aceitos pelos seus clientes.
REFERÊNCIAS
ALBRECHT, Karl. Serviços internos. Tradução A.T. Carneiro. São Paulo: Pioneira, 1994. BEKIN, Saul F. Conversando sobre Endomarketing. São Paulo: Makron Books, 1995. BERGAMINI, Cecília W., CODA, Roberto. Psicodinâmica da vida organizacional: Motivação e liderança/ organização. 2ed. São Paulo: Atlas, 1997. BRUM, Analisa de Medeiros. Um olhar sobre o marketing interno. Porto Alegre: L&PM, 2000. CERQUEIRA, Wilson. Endomarketing: educação e cultura para a qualidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. GRONROOS, Christian. Marketing: gerenciamento e serviços. Rio de Janeiro: Campus, 1995. MATOS, Francisco Gomes de. Estratégia de empresa. São Paulo: Makron Books, 1993. MORGAN, Gareth, Imagens da organização. Tradução Cecília Whitaker Bergamini, Roberto Coda. São Paulo: Atlas, 1996. ROBINS, Stephen P., Comportamento organizacional. Tradução Christina Ávila de Menezes. Revisão Cristina Bacellar. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, 1999.
Fonte: http://www.endomarketing.com
Escrito por Márcia às 12h05
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Endomarketing
O que é endomarketing
Endomarketing é uma das mais novas áreas da administração e busca adaptar estratégias e elementos do marketing tradicional, o normalmente utilizado pelas empresas para abordagens ao mercado, para uso no ambiente interno das corporações.
Quem nunca ouviu falar que antes de vender um produto para seus clientes, as empresas precisam convencer seus funcionários a comprá-lo? O Endomarketing surge como elemento de ligação entre o cliente, o produto e o empregado.
E "vender" um produto, uma idéia, um posicionamento de marketing para o funcionário passa a ser tão importante quanto para o cliente. Significa torná-lo aliado no negócio, responsável pelo sucesso da corporação e igualmente preocupado com o seu desempenho.
Empresas de todo o mundo têm tratado o tema com maior cuidado, especialmente a partir do advento da Globalização, que acelerou os processos de troca e a interconexão dos mercados, incluindo gradualmente o Endomarketing na pauta de discussões estratégicas que, direta ou indiretamente envolvem os recursos humanos.
Fonte: http://www.endomarketing.com/
Escrito por Márcia às 12h03
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Petrobrás
Duda pinta jornal de verde para a Petrobras
Um belo exemplo de aproveitamento da mídia jornal foi dado pela agência Duda Propaganda no último domingo, com o anúncio criado para a Petrobras homenagear o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho. Nele, todo o conteúdo da página foi impresso em verde: data, títulos, textos, ilustrações e, claro, o anúncio veiculado no rodapé. Este colunista confessa que, ao ver a peça no Globo, chegou a achar que teria havido um erro na produção gráfica do veículo, até se surpreender ao perceber a mensagem da Petrobras no pé da página. A peça de oportunidade propunha que, antes de fornecer energia para o Brasil, a Petrobras pensa no futuro dele. A Petrobras queria mostrar que seu objetivo é aumentar a produção com o mínimo uso de recursos naturais e a menor geração possível de efluentes, resíduos e emissões. O anúncio foi veiculado no O Globo, Extra, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Diário do Grande ABC, A Tarde, A Crítica, entre outros. A criação foi do diretor de arte Marcos Hosken -- cujo passe a Duda pagou para tirá-lo da Quê/Next -- e do redator Dan Zecchinelli, com direção de criação de Marcelo Kertész, Alexandre Lucas e Ricardo Braga.
(Marcio Ehrlich - 08/06/2005)
Escrito por Márcia às 11h58
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Merchadising
Marcas e pontos-de-venda 
Você sabia que, nos supermercados brasileiros, são lançados cerca de 75 novos produtos por semana? Um verdadeiro “exército” de 3.800 itens que irão tentar conquistar espaços em nossas mentes.
Outro dado de pesquisa: 85% das escolhas das marcas que compramos são feitas nos pontos-de-venda. Quem gerencia uma marca sabe disso. Assim, dos 500 maiores anunciantes do país, 77% aplicam verbas crescentes de seus orçamentos em ações voltadas à diferenciação da exposição de seus produtos nas lojas.
O VAREJO É UMA MÍDIA
Não compramos apenas para satisfazer nossas necessidades básicas. Compramos como lazer, como recompensa, compramos por impulso. Pesquisas revelaram que a maior parte das mensagens publicitárias perde rapidamente seu potencial após a exposição. Dessa forma, a “mídia loja” é a mais eficaz de todas. A única realizada no momento mágico em que estão presentes o consumidor, o produto ou serviço a ser adquirido e a intenção de compra.
Temos por hábito freqüentar as mesmas lojas. As quantias que gastamos nelas têm uma relação direta com nosso tempo de permanência nesses locais. Nesse contexto, o merchandising no ponto-de-venda (comunicação especial de produtos e serviços onde eles podem ser adquiridos) e as ações promocionais têm uma enorme eficácia para incrementar as vendas, pois alteram constantemente os “cenários” das lojas ao apresentarem novos atrativos para a retenção e o entretenimento dos consumidores.
SEDUZINDO PELO OLHAR
Cientistas estimam que 80% da nossa comunicação são não-verbais. A primeira percepção que os consumidores fazem das lojas é baseada no que eles vêem, nas suas sensações e depois nas suas experiências. Por isso, ao longo dos últimos anos, observamos o surgimento de uma nova abordagem na concepção dos espaços comerciais. Estes não podem mais ser apenas agradáveis em sua ambiência, explorando bem produtos ou prestando serviços com um atendimento de boa qualidade. Muito mais do que isso, os espaços comerciais devem apresentar uma nova geração de negócios: uma teatralização de seus espaços, da decoração ao atendimento, de forma que os consumidores vivenciem uma experiência única, exclusiva, difícil de ser copiada e que cause tanto impacto que se torne uma novidade a ser relatada e recomendada aos amigos.
No exterior, lojas como a American Doll, Build a Bear, Hershey e as chamadas flagship stores, que apresentam as marcas da forma ideal (Nike Town e Toys “R” Us, em Nova York, e a da Channel, em Tóquio), representam esse modelo de varejo aonde não vamos somente para adquirir um produto ou serviço. No Brasil essa mesma estratégia é aplicada por empresas como o Ponto Frio, Vivo, Chocolate e Daslu.
Apesar do nosso poder aquisitivo ainda estar longe do desejado, é interessante observar que, mesmo optando muitas vezes por marcas mais baratas, preservamos algumas com as quais estabelecemos uma relação de fidelidade, independentemente do preço. Assim, marcas líderes em suas categorias emprestam seu prestígio às lojas, e as melhores lojas, em seus mercados, transferem sua posição às marcas, numa relação de interdependência que faz crescer a percepção de que estamos no “nosso lugar certo” para comprar.
Artigo de Gilberto Strunck, sócio-diretor da DIA Comunicação de Marketing.
Escrito por Márcia às 22h16
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Oficina de Comunicação
Oficinas: 
Banco de Imagens e Photoshop
Objetivo: Apresentar os primeiros passos do processo de organização de imagens digitais e um pequeno banco de imagens pessoais.
Docente: Mickele Petruccelli
Data: 14 de junho de 2005
Duração: 10 horas
A Fotografia com Expressão Corporal: Pensar, Produzir e Mostrar
Objetivo: Trabalhar a prática e avaliar as áreas de fotojornalismo, arte, antropologia, moda, arquitetura, natureza e comportamento.
Docente: Zeka Araújo
Requisito: Noções básicas de fotografia, trazer câmera digital
Data: 15 e 16 de junho de 2005
Duração: 10 horas
Inscrições:
Centro de Cultura e Comunicação
Rua Pompeu Loureiro, 45 - Copacabana – Tel.: (21) 2545.4848
culturaecomunicacao@rj.senac.br
Investimento:
Oficinas de 5 horas - R$ 200,00*
Oficinas de 10 horas - R$ 300,00*
Disque Senac: 3138.1000
Escrito por Márcia às 22h10
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Cursos de Comunicação
http://www.rj.senac.br
Classificação: 
Aqui você encontra cursos na área de Comunicação, seminários, palestras e outros.
Categoria: Link
Escrito por Márcia às 21h53
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Oportunidade
Giovana Lumax abre na Barra 
Recentemente instalada no Downtown, a Giovana Lumax abre suas portas ao mercado carioca. É a mais nova agência do Grupo Nova Public Out, dos publicitários Claudio Macedo e Cesar Veras. Traz à frente da Criação o diretor Cristiano Nóbrega, que teve passagens pela Casa da Criação, Fischer América Rio, Doctor, Espaço/Z e outras. O lançamento do site www.giovanalumax.com.br ocorre no próximo mês. Cristiano Nóbrega está recebendo portfólios de diretores de arte e designers para compor sua equipe de criação. A preferência é para aqueles que possuem conhecimentos de plataforma Mac. E as entrevistas devem ser agendadas por telefone. A Giovana Lumax fica na Av. das Américas, 500 bl. 02 sala 221 Downtown Barra da Tijuca - CEP: 22.640-100, com o telefone (21) 3139-4031.
(Marcio Ehrlich - 26/05/2005)
Escrito por Márcia às 21h49
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Contemporânea toca campanha da CBN 
A rádio "que toca notícia" -- como identifica o slogan da CBN -- ganha nova campanha este mês, assinada pela Contemporânea. Com mídia programada em televisão, rádio, jornais e internet, a comunicação foca a credibilidade conquistada pela emissora, característica que a agência lembra que torna necessária a audiência de seu noticiário nos dias de hoje. Na televisão, um personagem vivido pelo ator Bruno Garcia enfrenta, em dois filmes, alguns dissabores no seu cotidiano, por considerar que ficar ouvindo notícias é um "absurdo" e "um exagero". E, nos jornais, a partir de uma estratégia de mídia horizontal, vários anúncios enfatizam valores da CBN, como a competência e o prestígio de seus âncoras e apresentadores. A criação da campanha foi de Carlos Pedrosa, Rodrigo Rosman, Mauro Matos e José Guilherme Vereza, com o comercial produzido pela Cara de Cão e dirigido por Juarez Precioso. A produção do som foi da Prof.Pardal e a aprovação, no cliente, por Rubens Campos, Marisa Tavares e Mari Ventura.
(Marcio Ehrlich - 26/05/2005)
Escrito por Márcia às 21h47
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Últimas Notícias
Criativos botam as manguinhas de fora
No intervalo das viradas noturnas, tem criativo que ainda consegue se dedicar a atividades paralelas. O redator Marcos Bassini é um deles, como compositor e vocalista da banda Mané Sagaz, que faz um sofisticado trabalho misturando rock com samba. Na próxima semana, a banda lança o seu primeiro EP independente -- "Rock Bancando o Samba" --, com 8 músicas. Para quem quiser conhecer melhor o trabalho da banda, ela faz um show de lançamento do CD no Teatro Odisséia (Av. Mem de Sá, 66 - Lapa - Rio), no próximo dia 1 de Junho, às 21:30h. A entrada custa R$ 12, mas com a filipeta eletrônica do site www.manesagaz.com consegue-se um fantástico desconto de R$ 2,00. Em tempo, a foto da capa do CD é do Alexandre Salgado.
Tirando onda de roteirista Outro que também rala fora das agências é o redator Bruno Pinaud. Na última semana ele estreou como roteirista de TV, no programa Tira Onda, do Multishow, escrevendo a parte de ficção que encerra os programas. No Tira Onda -- que é dirigido por Eduardo Albergaria, da Urca Filmes -- a cada edição um ator, artista ou personalidade vive um dia de proletário na pele de um trabalhador das mais diversas áreas. Ao final, atua como personagem em uma história sobre o tema. Bruno escreveu o de Daniele Suzuky como operadora de caixa de supermercado, o do Sidney Magal como vendedor de sapatos, o da Sandra de Sá como balconista de boteco e o de Tony Garrido como jornaleiro. Bruno não caiu nesta de pára-quedas. Ele tem sido roteirista e diretor de diversos curtas-metragens. Para conhecer mais o trabalho dele, vá ao site www.fimdesemanapictures.com .
(Marcio Ehrlich - 26/05/2005)
Escrito por Márcia às 21h44
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Fischer chega a Portugal no final do ano
A publicação portuguesa Meios & Publicidade repercutiu a entrevista dada por Eduardo Fischer ao jornal Valor Econômico, dizendo que vai abrir uma agência de publicidade em Portugal no final deste ano. A conquista de parte da conta de publicidade da TMN, segundo afirma a agência Lusa, é que vai viabilizar o projeto. Diz lá a nota que "a Fischer Ibérica de Portugal será a primeira das duas agências que o grupo planeia abrir na Península Ibérica, entre o final deste ano e o início de 2006. A segunda Fischer Ibérica será aberta em Espanha", segundo avançou a agência noticiosa. Na entrevista, Fischer salientou também que, a exemplo de outros países, terá um sócio em Portugal mas manterá o controle acionista da nova agência. "O que vamos oferecer ao mercado português não é exclusivamente serviços de publicidade e sim uma consultoria estratégica. Vamos ajudar a empresa portuguesa a buscar novos mercados, para além do reposicionamento e lançamento de novos produtos. Vamos desenvolver novos formatos de publicidade e buscar new media", disse, sem adiantar o nome do sócio no mercado português. Eduardo Fischer é um publicitário inquestionavalmente brilhante e que -- com poucas exceções -- sempre contou com pessoas supercompetentes em sua equipe. Mas o editor desta Janela confessa que hoje se sente cauteloso ao acreditar na durabilidade das promessas dele como empresário. E está aí o caso da Fischer Rio, desmantelada impiedosamente por ele depois de ter sido um enorme sucesso no mercado carioca. Ou o fim da grande rede nacional que também contava com Fischer América Sette Graal (DF), Fischer América Dez (RS) e Fischer América Heads (PR). Enfim, vamos acompanhar o futuro desta paixão internacional do Eduardo.
(Marcio Ehrlich - 02/06/2005)
Escrito por Márcia às 21h42
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Útimas Notícias

Anúncio do Fashion Mall usa linguagem Braille
Para reforçar a mensagem de que "o amor é cego, mas para acertar no presente, basta ter sensibilidade", a Contemporânea usou a linguagem Braille (veja o detalhe na ilustração) na peça que veiculou para o Fashion Mall esta semana, promovendo o Dia dos Namorados. Segundo a agência, foi necessária uma produção gráfica quase artesanal para a produção do encarte e que a Contemporânea pretende que marque um novo estágio da comunicação do shopping. A criação foi de Mônica Zimmermann e Felipe Prista, com direção de criação de Carlos Pedrosa, José Guilherme Vereza e Mauro Matos. A produção gráfica é da Burti.
(Marcio Ehrlich -
Escrito por Márcia às 21h40
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Direito Autoral
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Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 |
Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Título I Disposições Preliminares
Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos.
Art. 2º Os estrangeiros domiciliados no exterior gozarão da proteção assegurada nos acordos, convenções e tratados em vigor no Brasil.
Parágrafo Único. Aplica-se o disposto nesta Lei aos nacionais ou pessoas domiciliadas em país que assegure aos brasileiros ou pessoas domiciliadas no Brasil a reciprocidade na proteção aos direitos autorais ou equivalentes.
Art. 3º Os direitos autorais reputam-se, para os efeitos legais, bens móveis.
Art. 4º Interpretam-se restritivamente os negócios jurídicos sobre os direitos autorais.
Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I - publicação - o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo;
II - transmissão ou emissão - a difusão de sons ou de sons e imagens, por meio de ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo ou outro condutor; meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético;
III - retransmissão - a emissão simultânea da transmissão de uma empresa por outra;
IV - distribuição - a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias, artísticas ou científicas, interpretações ou execuções fixadas e fonogramas, mediante a venda, locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse;
V - comunicação ao público - ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do público, por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares;
VI - reprodução - a cópia de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou científica ou de um fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido;
VII - contrafação - a reprodução não autorizada;
VIII - obra:
a) em co-autoria - quando é criada em comum, por dois ou mais autores;
b) anônima - quando não se indica o nome do autor, por sua vontade ou por ser desconhecido;
c) pseudônima - quando o autor se oculta sob nome suposto;
d) inédita - a que não haja sido objeto de publicação;
e) póstuma - a que se publique após a morte do autor;
f) originária - a criação primígena;
g) derivada - a que, constituindo criação intelectual nova, resulta da transformação de obra originária;
h) coletiva - a criada por iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou jurídica, que a publica sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes autores, cujas contribuições se fundem numa criação autônoma;
i) audiovisual - a que resulta da fixação de imagens com ou sem som, que tenha a finalidade de criar, por meio de sua reprodução, a impressão de movimento, independentemente dos processos de sua captação, do suporte usado inicial ou posteriormente para fixá-lo, bem como dos meios utilizados para sua veiculação;
IX - fonograma - toda fixação de sons de uma execução ou interpretação ou de outros sons, ou de uma representação de sons que não seja uma fixação incluída em uma obra audiovisual;
X - editor - a pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no contrato de edição;
XI - produtor - a pessoa física ou jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da primeira fixação do fonograma ou da obra audiovisual, qualquer que seja a natureza do suporte utilizado;
XII - radiodifusão - a transmissão sem fio, inclusive por satélites, de sons ou imagens e sons ou das representações desses, para recepção ao público e a transmissão de sinais codificados, quando os meios de decodificação sejam oferecidos ao público pelo organismo de radiodifusão ou com seu consentimento;
XIII - artistas intérpretes ou executantes - todos os atores, cantores, músicos, bailarinos ou outras pessoas que representem um papel, cantem, recitem, declamem, interpretem ou executem em qualquer forma obras literárias ou artísticas ou expressões do folclore.
Art. 6º Não serão de domínio da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios as obras por eles simplesmente subvencionadas.
Escrito por Márcia às 18h42
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Direito Autoral I
Capítulo V Da Utilização de Fonograma
Art. 80. Ao publicar o fonograma, o produtor mencionará em cada exemplar:
I - o título da obra incluída e seu autor;
II - o nome ou pseudônimo do intérprete;
III - o ano de publicação;
IV - o seu nome ou marca que o identifique.
Capítulo VI Da Utilização da Obra Audiovisual
Art. 81. A autorização do autor e do intérprete de obra literária, artística ou científica para produção audiovisual implica, salvo disposição em contrário, consentimento para sua utilização econômica.
§ 1º A exclusividade da autorização depende de cláusula expressa e cessa dez anos após a celebração do contrato.
§ 2º Em cada cópia da obra audiovisual, mencionará o produtor:
I - o título da obra audiovisual;
II - os nomes ou pseudônimos do diretor e dos demais co-autores;
III - o título da obra adaptada e seu autor, se for o caso;
IV - os artistas intérpretes;
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